O que vem pela frente em relação aos videogames? Quais os desafios dos produtores? Qual o modelo de negócio para as novas plataformas? Esses devem ser alguns dos temas do Game Developers Conference, em San Francisco. O evento começa hoje, 23, e vai até o dia 27.

Um dos assuntos discutidos deve ser a recente crescida dos jogos sociais. Essa categoria se fortaleceu com o Wii, com títulos que privilegiam o jogo em duas ou mais pessoas.
O foco é claramente a interação entre os jogadores e tem levado mais e mais empresas a pensarem como desenvolver jogos que agradem esse público, novo no mercado, e potencialmente muito grande.
Um outro assunto deve ser a chegada de novas plataformas de jogos. Os celulares se tornaram um filão importante dos jogos, especialmente smartphones como o iPhone. Já há produtoras especializadas nesse tipo de jogo, como a Gameloft, que já produziu diversos títulos vendidos em português no Brasil.
Jogos mais simples, oferecidos gratuitamente através da Xbox Live ou Playstation Network também podem ser um ponto importante desse setor, uma vez que são plataformas ainda com potencial para serem exploradas.
E como não poderia faltar, os jogos online. Nesse ponto, é uma grande variedade, que vai desde os jogos mais simples em Flash até os MMO (Massively Multiplayer Online), como World of Warcraft.
O modelo de negócio para esse tipo de plataforma ainda é buscado pelas empresas. Muitas já vendem seus jogos completamente online: o usuário pode baixar, instalar e paga pela licença. Um modelo que pode retirar barreiras geográficas do processo - algo que pode ser bom para gamers brasileiros, por exemplo, que poderiam pagar menos pelos jogos.
Os jogos são um setor que ainda demostra muito potencial mesmo na crise mundial. Além disso, já é uma indústria que arrecada mais do que o cinema. Assim, é bem provável que tenhamos novidades ainda esta semana.

Um dos assuntos discutidos deve ser a recente crescida dos jogos sociais. Essa categoria se fortaleceu com o Wii, com títulos que privilegiam o jogo em duas ou mais pessoas.
O foco é claramente a interação entre os jogadores e tem levado mais e mais empresas a pensarem como desenvolver jogos que agradem esse público, novo no mercado, e potencialmente muito grande.
Um outro assunto deve ser a chegada de novas plataformas de jogos. Os celulares se tornaram um filão importante dos jogos, especialmente smartphones como o iPhone. Já há produtoras especializadas nesse tipo de jogo, como a Gameloft, que já produziu diversos títulos vendidos em português no Brasil.
Jogos mais simples, oferecidos gratuitamente através da Xbox Live ou Playstation Network também podem ser um ponto importante desse setor, uma vez que são plataformas ainda com potencial para serem exploradas.
E como não poderia faltar, os jogos online. Nesse ponto, é uma grande variedade, que vai desde os jogos mais simples em Flash até os MMO (Massively Multiplayer Online), como World of Warcraft.
O modelo de negócio para esse tipo de plataforma ainda é buscado pelas empresas. Muitas já vendem seus jogos completamente online: o usuário pode baixar, instalar e paga pela licença. Um modelo que pode retirar barreiras geográficas do processo - algo que pode ser bom para gamers brasileiros, por exemplo, que poderiam pagar menos pelos jogos.
Os jogos são um setor que ainda demostra muito potencial mesmo na crise mundial. Além disso, já é uma indústria que arrecada mais do que o cinema. Assim, é bem provável que tenhamos novidades ainda esta semana.

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