Sabe o Mario?

| sexta-feira, 27 de março de 2009

Tem gente que cresce mas mantém aquele amor e carinho de criança por algum jogo não é? Quem aqui não sente nem mesmo um pouco de nostalgia oa ver jogos como Sonic, Super Mario, Street Fighter, Metroid…?

Pois é, a pessoa dona desse quarto gosta tanto de Mario que resolveu colocar nas paredes desse quarto, as 3 fases do encanador gordinho.

Na época do “Donkey Kong” (sim, para muitos que não sabem, a 1ª aparição do Mario foi em um jogo com o Donkey Kong), onde ele devia ir subindo, pulando barris e vencendo obstáculos para salvar a princesa das garras do malvado macaco (alguém se lembrou de King Kong? E porque o Donkey Kong virou um personagem simpático e amigável? Não sei):

Mario Pintado na Parede

Agora um pouco mais moderno, nos jogos para Super Nintendo… Esse clássico todo mundo conhece e já jogou alguma vez, principalmente a versão “Mario World”:

Mario Pintado na Parede

A versão 3D, lançada no Nintendo 64. Por mais que você já tenha zerado o jogo milhares de vezes, é sempre divertido brincar com as movimentação dele, concerteza uma inovação da época.

Mario Pintado na Parede

Eu ia curtir muito ter um quarto assim, ou com personagens de Street Fighter também seria legal. E viva a nostalgia.

fonte: www.mistofrio.com

O futuro dos games em pauta na Game Developers Conference

| terça-feira, 24 de março de 2009

O que vem pela frente em relação aos videogames? Quais os desafios dos produtores? Qual o modelo de negócio para as novas plataformas? Esses devem ser alguns dos temas do Game Developers Conference, em San Francisco. O evento começa hoje, 23, e vai até o dia 27.


Um dos assuntos discutidos deve ser a recente crescida dos jogos sociais. Essa categoria se fortaleceu com o Wii, com títulos que privilegiam o jogo em duas ou mais pessoas.

O foco é claramente a interação entre os jogadores e tem levado mais e mais empresas a pensarem como desenvolver jogos que agradem esse público, novo no mercado, e potencialmente muito grande.

Um outro assunto deve ser a chegada de novas plataformas de jogos. Os celulares se tornaram um filão importante dos jogos, especialmente smartphones como o iPhone. Já há produtoras especializadas nesse tipo de jogo, como a Gameloft, que já produziu diversos títulos vendidos em português no Brasil.

Jogos mais simples, oferecidos gratuitamente através da Xbox Live ou Playstation Network também podem ser um ponto importante desse setor, uma vez que são plataformas ainda com potencial para serem exploradas.

E como não poderia faltar, os jogos online. Nesse ponto, é uma grande variedade, que vai desde os jogos mais simples em Flash até os MMO (Massively Multiplayer Online), como World of Warcraft.

O modelo de negócio para esse tipo de plataforma ainda é buscado pelas empresas. Muitas já vendem seus jogos completamente online: o usuário pode baixar, instalar e paga pela licença. Um modelo que pode retirar barreiras geográficas do processo - algo que pode ser bom para gamers brasileiros, por exemplo, que poderiam pagar menos pelos jogos.

Os jogos são um setor que ainda demostra muito potencial mesmo na crise mundial. Além disso, já é uma indústria que arrecada mais do que o cinema. Assim, é bem provável que tenhamos novidades ainda esta semana.


Fonte: Techguru

Videogame faz alunos abandonarem universidade nos EUA

| quinta-feira, 19 de março de 2009

Estudantes "viciados" em jogar "World of Warcraft" também não são bons candidatos para trabalho, dizem empresas


É um mundo de orcos, anões e humanos, mas na guerra pelas boas notas nas universidades americanas, os últimos estão entre as maiores baixas. Segundo a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), o videogame online "World of Warcraft" é a causa de muitos estudantes abandonarem seus cursos. Motivo: os alunos estão ficando "viciados" no jogo e não querem saber de mais nada.

Jogado por mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo, "World of Warcraft" é um dos jogos online mais populares do mercado. Para alguns integrantes do FCC, o videogame pode ser mais prejudicial à saúde dos estudantes até do que fumar maconha. Um conselheiro da Universidade de Minnesota chegou a dizer que viu alunos "caírem de A para F porque acham que jogar é mais importante".

Pelo menos cinco estudantes da Universidade de Minnesota já procuraram o conselheiro para falar sobre seus problemas com videogame no ano passado. É comum que alunos de universidade façam sessões que duram até 28 horas, usando computadores pessoais ou equipamento da universidade.

Alunos da Universidade de Nova York também admitem que perdem aulas porque não querem parar de jogar, mas dizem que ainda não é possível comparar os "viciados em videogame" com outros tipos de vícios, como álcool e drogas.

As universidades já estudam a possibilidade de proibir os alunos de jogar nos computadores dos campus. Mas o melhor aviso está vindo do mercado de trabalho. Profissionais que buscam estudantes para trabalhar em empresas de comunicação já foram avisados para não recrutar candidatos que sejam "malucos" por "World of Warcraft". "Eles não conseguem se concentrar no trabalho porque estão pensando no jogo e geralmente não dormem direito à noite porque ficam jogando", explicou o representante de uma das empresas.

Fonte: Globo